As principais conclusões do relatório apontam para que a Europa deve acelerar o investimento em inovação e investigação já que os avanços têm existido mas de forma lenta, permitindo uma ultrapassagem por alguns concorrentes internacionais a nível de despesas totais em I&D.

A Comissária Europeia para a Investigação, Inovação e Ciência, Máire Geoghegan-Quinn, destaca que “a via para a ‘União da Inovação’ é longa e problemática, com obstáculos significativos de permeio”. Para esta responsável europeia, a aposta na investigação “constitui um imperativo económico, tão importante para o crescimento sustentável como o saneamento das finanças públicas”.

Outras conclusões do relatório apontam para a necessidade de um investimento “mais inteligente” e de uma maior cooperação no domínio da investigação a nível internacional. Para tal, são propostas algumas medidas como uma regulação mais eficaz do regime de propriedade intelectual, a adaptação dos sistemas educativos às necessidades das empresas e um maior incentivo às PME’s inovadoras.
 
Segunda-feira, 20 de Junho de 2011.